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sexta-feira, 9 de março de 2018

Thammy quer ser padrinho de batismo e diz que “igreja é obrigada a aceitar”

Na mesma lógica, pode-se exigir a realização de um casamento homoafetivo
Thammy Miranda – a filha transgênero de Gretchen – conseguiu em meados do ano passado, alterar o sexo em sua certidão de nascimento para “masculino”.

Quando anunciou nas redes sociais, esta semana, que ela e a namorada Andressa Ferreira foram convidadas para ser “padrinho e madrinha” de uma criança, acabou sendo interpelada por alguns internautas.
Questionada se irá batizar a criança segundo a tradição cerimonial da Igreja Católica, Thammy explicou que sim. O principal argumento é que seus documentos mostram que ela pode ser o padrinho.
“É um afilhado tradicional batizado na igreja católica? Se for, conta pra gente qual igreja aceitou com bons olhos realizar esse batismo. Precisamos falar sobre isso! Tenho essas dúvidas e hoje em dia só encontro igrejas preconceituosas que até filhos de mães solteiras se recusam a batizar”, questionou uma seguidora dela no Instagram.
A resposta foi objetiva: “Sim. Hoje com a documentação que eu tenho, no caso, tudo no masculino, são obrigados a aceitar”.
A publicação rapidamente ganhou notoriedade, já tendo passado de 27 mil curtidas. Também foi destaque em alguns sites que cobrem a vida de celebridades.
Embora não tenha especificado em qual igreja o batismo da criança será realizado, fica evidente que o importante na lógica LGBT é o direito adquirido, não importando que cada igreja tenha suas doutrinas e práticas estabelecidas.
O padre da paróquia pode até aceitar o documento que mostraria a “prova” de que Thammy pode ser o “padrinho”, mas tem-se a impressão que o próximo passo será querer o casamento homoafetivo em uma igreja.
Afinal, dentro da lógica do movimento LGBT, o líder religioso (padre ou pastor) não poderia se recusar. Afinal, eles “são obrigados” uma vez que os documentos civis são incontestáveis. Ou não?

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